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Iom Ierushalaim

O Bairro Judaico 


Quando Jerusalém foi estabelecida há 3000 anos atrás como a capital eterna das pessoas judias, não havia nenhum bairro judaico. Simplesmente porque toda a cidade era judia, e assim permaneceu por muito tempo. Até mesmo depois do exílio pelos babilônicos em 586a.e.c, ou pela conquista pelos gregos aproximadamente 330a.e.c, ou também no período das regras gregas cerca de 63a.e.c, não é mencionado o termo "Bairro Judaico

Depois que a  cidade e que o Templo foram destruídos e arrasados pelos romanos em 70e.c, foi tentado colocar uma cidade pagã romana em 135e.c, os judeus foram proibidos de entrar na cidade. Na época das regras muçulmanas, no século VII, aos judeus fora permitido  se estabelecer ao norte do Monte do Templo. E foi ai que as Cruzadas invadiram Jerusalém em 1099e.c, quando os muçulmanos recuperaram o controle da cidade depois de quase um século, eles permitiram aos Judeus  se organizarem em uma área que existe até os dias atuais, o Bairro Judaico.

O Cardo
Derivada da  palavra latina "cardi", que significa coração ou artéria, a rua principal da maioria das cidades romanas eram conhecidos como o Cardo Maximus: a artéria principal.  Um corte por uma rua principal, pela cidade em sentido norte - sul.

A largura da rua serviu para 2 propósitos principais: Permitiu se formar uma área de comércio de alta escala sem impedir a passagem de pedestres e ambulantes; e permitiu os romanos a despachar forcas armadas para toda a cidade nos tempos de rebelião. Apesar das mudanças feitas com o passar do tempo pelos Cruzados e os Muçulmanos, a rota original do Cardo de Jerusalém ainda esta bem visível. Parte da reconstrução do bairro judaico na cidade velha de Jerusalém foi liberada em 1967, e foi restabelecido o Cardo como uma área de comercio em alta escala..

Batei Machaseh
No canto sul do bairro judaico esta localizado um grupo de edifícios que datam a época de 1860-1890, Batei Machaseh. Foram construídos para solucionar os problemas de acomodação que existia na Cidade Velha.

Foram pretendidas casas, construídas com dinheiro de doações feitas na Europa, inicialmente para serem dadas em três anos como um "abrigo para os necessitados".Durante a Guerra de Independência de Israel, em 1948,  foram usadas também como quartos para os lutadores israelenses. Foi essa área que serviu de refugio para civis e militares.

 


Casa de Rothschild 
 

Exatamente o oposto a Batei Machaseh se encontrava um edifício muito grande e bonito, enfeitado com uma fachada de arcos. Parte de complexo Batei Machaseh, foi doado por Barão Wilhelm Karl de Rothschild, da cidade de Frankfurt, um judeu devoto. Mesmo debaixo do mandato britânico em Israel, o edifício foi apropriado.


Memorial
de Guerra
 

Escondido em um canto quieto, fora de Batei Machaseh, é um pequeno Memorial de Guerra da Independência. Foi ali, entre as paredes, que os habitantes judeus da Cidade Velha, foram apanhados pelos árabes, enterrados no mesmo local. Eles permaneceram lá pelo longo período de 19 anos de ocupação Jordaniana a Cidade Velha. Só depois da Guerra dos Seis Dias, que seus corpos foram exumados e transferidos para o cemitério do Monte das Oliveiras, onde descansam em paz até hoje.

A Sinagoga de Churvah 
Dentro da Cidade Velha esteve localizada uma das Sinagogas mais bonitas vistas em Jerusalém. Construída ao redor de 1860, foi usada por comunidades Ashkenazi de jerusalém. O grande edifício, era conhecido por seus quatro grandes arcos, apoiando a cúpula do edifício. 24metros do chão ao topo, a cúpula poderia ser vista quase em qualquer lugar de dentro da cidade, e da janela do topo a pessoa tem uma visão clara do Muro das Lamentações e do Monte do Templo..

No último dia de luta, em 1948, a Sinagoga foi conquistada pela Legião árabe. Depois da reconstrução do Bairro Judaico na década de 70, foi decidido reconstruir um dos quatro arcos que tinham sido de apoio a cúpula, até um plano final ser formulado. O que foi temporário antigamente, atualmente é permanente podendo ser visto ate os dias atuais.

O Muro das Lamentações


Quando Herodes renovou o Segundo Templo, ele também ampliou a plataforma a qual o Templo esta em pé.  Para apoiar os arcos e abóbadas em baixo da plataforma, ele construiu quatro paredes contendo uma delas sendo o Muro das Lamentações.

Tendo sobrevivido a destruição romana parcialmente de 70e.c, ficou acessível aos habitantes judeus da cidade quando eles ficaram situados perto dos árabes no século XIII. Com a proibição Rabínica de ascensão judaica para o Monte do Templo, este Muro é o mais próximo que podemos ver e sentir do Templo, o local mais Santo dos Santos: o lugar mais santo no mundo para o judaísmo. Durante os últimos 7 séculos, este Muro veio encher o nulo que o Templo deixou. Muitos judeus recorrem sentimentalmente ao Muro das Lamentações como o lugar mais santo...