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A FESTA DO SHABBAT

I. A Beleza da Festa do Shabat (Sábado)

Nosso propósito, aqui, é relatar alguns textos das Sagradas Escrituras que fazem alusão ao tema do Sábado na Bíblia, ou da guarda do Sábado. Deixaremos que o leitor tire suas próprias conclusões. Faremos o papel de um suposto promotor de justiça, com a função, simplesmente, de relatar os fatos, sem a preocupação de emitir uma sentença parcial, total, ou até mesmo uma condenação.

Quanta confusão e polêmica têm ocorrido em relação à observância e à guarda do Sábado, desde a época de Yeshua. Quantas doutrinas, seitas e divergências surgiram em decorrência deste tema. Afinal, têm os judeus razão quando observam o Sábado, o dia de descanso, como um dos Dez Mandamentos do Senhor entregues a Moisés no Monte Sinai? Pode um cristão, debaixo da graça, não-judeu, guardar ou observar o Sábado? Primeiro, o que quer dizer a palavra Sábado na língua hebraica? A palavra “Shabat” significa, no hebraico, cessar, desistir, descansar. Como substantivo, quer dizer o dia da semana chamado Sábado, que é o sétimo dia. É interessante observar outras palavras no hebraico que possuem a mesma raiz “sheb ou shab”, que no alfabeto representa-se pelas letras “shin” e “bet”. Assim, a palavra “shebat” significa o número sete; “Shibim”, setenta; “shebii”, “shebua” significa período de sete, semana, ou Festa das sete semanas (Shavuot, que é a Festa de Pentecostes). O número sete, na Bíblia, aponta para algo que é perfeito, eterno, pleno, completo, absoluto. Desta raiz advém, também, a palavra “shabá”, que significa jurar, conjurar. É interessante, também, notar que, na língua hebraica, muitos antônimos são formados pelo mesmo radical. Na minha opinião, dá a entender que possa ter havido um propósito do Eterno em chamar nossa atenção para o sentido oposto. Assim, no hebraico, a palavra “shabar” significa comprar, adquirir, enquanto shabat significa descansar, parar, cessar algo que se estava fazendo; justamente o contrário de comprar, adquirir, trabalhar, verbos estes que denotam uma atividade dinâmica, e não de descanso, repouso. Ainda estudando a palavra “Shabat” no hebraico, gostaríamos de considerar, pelo menos, quatro pontos bíblicos importantes:

Em primeiro lugar, Êxodo 20:8 associa a guarda do Sábado ao fato do próprio D-us ter descansado no sétimo dia, depois de seis dias de trabalho (Gn. 2: 2-3). Tudo o que D-us fez, Ele avaliou como bom, segundo o registro de Gênesis. Entretanto, somente o Sábado Ele santificou, dando a entender que tão importante quanto foi a criação do homem, é o dia de descanso, o sétimo, para o qual D-us, com certeza, tem um propósito futuro a ser revelado à humanidade. O Sábado, portanto, é um convite a regozijar-se com a criação de D-us, reconhecendo sua soberania divina.

Neste dia, tranqüiliza-se a alma com momentos de oração, refletindo o significado da vida, honrando e glorificando o nome do Criador, ouvindo a Sua voz, fortalecendo-se na sua Palavra, imbuindo-se da Sua própria natureza.

Em segundo lugar, observa-se, em Dt. 5:15, um motivo diferente para a guarda do Sábado, fazendo o povo hebreu lembrar-se de que foram servos na terra do Egito, e que o Senhor os tirou dali com mão poderosa. Não seria analogamente viável lembrar-se de que um dia, também, o crente em Yeshua foi escravo do sistema de pecado, vivendo aprisionado neste mundo?

Terceiro, o Sábado é também um bom senso legal, concedendo um dia de descanso àqueles que trabalham durante um período consecutivo de seis dias. O livro de Êxodo 23:12 diz que “seis dias farás os teus trabalhos, mas ao sétimo dia descansará”. Seria possível associar isso com o fato registrado em I Coríntios 16:2, quando os apóstolos, no primeiro dia da semana (domingo), faziam uma coleta para os pobres de Jerusalém evitando, com isto, qualquer tipo de trabalho no Sábado?

Finalmente, o Sábado é um sinal da aliança de D-us com o homem. Por inúmeras vezes, o próprio D-us tornou este sinal visível, como o arco com Noé, a circuncisão com Abraão, culminando no sangue de Yeshua - uma aliança eterna de salvação para a humanidade que nEle crer. Estamos debaixo do legalismo da Lei, ou debaixo da Graça de D-us ? A grande verdade é que todos os crentes gentílicos em Yeshua são participantes desta aliança que D-us fez com o povo de Israel. Como ramos enxertados na oliveira que é Israel (Rm. 11: 20), tem-se certos direitos. Gálatas 3:29 diz que, em Yeshua, somos descendentes de Abraão e herdeiros conforme as promessas.

Em outras palavras, podemos entender que, em Yeshua, temos direito a todas as promessas desde o tempo de Abraão, lembrando-nos de que as leis de Moisés vieram somente muito tempo depois.

Primeiramente, o que é legalismo? Podemos definir legalismo como sendo uma tentativa ou necessidade de manter a lei para obter o perdão para a salvação; ou tratar meramente as tradições como se fossem a verdadeira lei; ou qualquer tentativa de se manter os mandamentos ou as ordenanças de D-us. Legalismo seria o jugo que os judeus colocam mais alto e com mais elevado destaque, o que excede o próprio princípio da lei. Em outras palavras, dá-se mais importância ao jugo, à forma, ou à maneira e ao modo com que a lei é praticada do que o princípio intrínseco da lei.

O judeu messiânico David Stern, em seu Livro Novo Testamento Judaico, comenta Romanos 6:14-15 usando a palavra “legalismo”. Assim, encontramos em seu livro: “Porque o pecado não terá autoridade sobre vós; porque não estais debaixo do legalismo, mas da graça. Então, a que conclusão devemos chegar?

Pecaremos porque não estamos debaixo do legalismo, mas sob a graça? Jamais!” A palavra grega para lei, na versão original, é “nomos”, e não tem o significado primário de lei, mas sim de norma. Quando uma norma particular acontece de ter uma lei, então nomos pode descrever uma lei; mas não significa lei, como legislação. Significa a norma. A tradução correta seria, então: “você não está sob a norma (costume), mas sob a graça”. O legalismo, definido pelo Dr. Stern, é uma interpretação da norma então aplicada. A norma é aplicada ao mundo em geral. Porém, nós não somos deste mundo (Jo. 15:19). Assim, a norma não se aplica a nós. A norma (ou as regras) do mundo está sob juízo e condenação. A norma do mundo é pensar que se obtém o perdão dos pecados por meio de obras (o que é contradito nas Escrituras). Não estamos sob as normas do mundo, porque pertencemos ao Reino de D-us, e estamos sob a graça de Yeshua, que é exceção, e não a regra (norma). Paulo não está pregando que a Lei não se aplica, pois ela é santa, justa e boa (Rm. 7:12; II Tm. 3:16), e o conhecimento do pecado veio através da Lei. Por isso, o pecado é a transgressão da Lei. Yeshua não aboliu a Lei de Moisés, nem as outras ordenanças do Antigo Testamento “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer um que violar, pois, um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus” (Mateus 5: 17-19). “ Ensinando-as a guardar todas as coisas que os tenho ordenado” (Mateus 28:20). “ Qualquer um que comete pecado, transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” ( I João 3:4).

Os textos acima são muito claros. Por outro lado, gostaria de ressaltar dizendo que todo aquele que está debaixo da graça de Yeshua, o Messias, não está debaixo da lei (Romanos 6:14). Também deve ser claro para nós que Yeshua não revogou a lei como algo mal, nocivo à humanidade. Sabemos que a Lei em si é boa, é um princípio dado por D-us, e nós devemos conhecer e entender este princípio.

Por exemplo: “D-us disse: Produza a terra relva e ervas que dêem semente...” (Gn. 1:11). Ou seja, o princípio é : “a semente veio da terra, então, tudo o que a semente tem, a terra também tem. Em outras palavras, não vamos achar nenhum elemento químico numa árvore, por exemplo, que não possa ser encontrado na terra, pois a semente (árvore) veio da terra”.

Vamos, agora, tecer alguns comentários importantes para um melhor entendimento do Sábado.

Primeiro, aquele que estiver debaixo da graça de Yeshua não está debaixo (do jugo) da lei (Rm. 6:14). O guardar a Lei de Moisés do Antigo Testamento está relacionado com a qualidade de vida, e não com a vida eterna. Ninguém terá “novo nascimento” pelo cumprir a lei. Yeshua disse: “Quem não nascer de novo, não pode ver o reino de D-us... Em verdade, em verdade, te digo que quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de D-us. (João 3:3 e 5) Quem crê no Filho (Yeshua) tem a vida eterna...” (João 3:36) “Porque D-us amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16). A fé em Yeshua gera a vida eterna, não a guarda da lei. Mas, ela é importante e benéfica para a qualidade de vida física, emocional e espiritual. Ela revela o caráter do Messias, a personalidade de D-us.

Segundo, é importante entender o versículo de Romanos 10:4, que diz: “Pois o fim da lei é Cristo”. Muitos pensam que Cristo acabou com a lei. A palavra “fim”, na versão original (no grego), quer dizer “telos”, e significa cumprimento, aquilo que cumpre, que se realiza, e não o final de alguma coisa. Esta palavra “telos” aparece em outras passagens bíblicas, como em Lucas 22:37 e I Timóteo 1:5, em ambos os casos no sentido de “cumprir” algo, e não de terminar ou abolir. Portanto, quando se diz que o fim da lei é Cristo, entende-se que toda a lei se cumpre em Cristo, e não que Ele acabou com ela como se ela fosse algo ruim ou alguma coisa mal feita por D-us.

Por isso, Yeshua disse: “...não vim revogar a lei, mas cumprir” (Mt. 5:17). Terceiro, toda a Escritura (Antigo e Novo Testamentos) é Palavra viva de D-us, e foi inspirada pelo Espírito Santo (II Tm. 3:16). Tudo o que D-us fez é bom. Ele nunca se enganaria, na sua onisciência, criando as leis do Antigo Testamento para depois anulá-las. Assim, lembremo-nos do que já fora dito: o importante não é seguir a tradição legalista da lei, mas entender o princípio divino contido nela. Se estamos em Yeshua, guiados e cheios do Espírito dEle, entenderemos bem estas coisas e estes mistérios.

Quarto, as 613 leis constantes na Torah, por exemplo, compreendem leis morais (os dez mandamentos ditados por D-us, por exemplo, que incluem a guarda do Sábado), as leis éticas (para o estilo e qualidade de vida, como as leis do que comer, o que beber, o que vestir etc.) e as leis cerimoniais (como, por exemplo, o sacrifício de animais para remissão dos pecados).

Yeshua é o cordeiro de D-us, que está vivo e tira o pecado do mundo, trazendo vida eterna àquele que o recebe como Senhor e Salvador, pela fé. Não tem sentido, então, sacrificar mais cordeiro ou qualquer outro tipo de animal com este fim.

Portanto, está evidente que as leis morais e éticas, se recomendadas por D-us, são boas e eficazes para quem as guarda. A lei, sem a graça de Cristo, é fardo e jugo; mas nEle, é leve e suave, pois Yeshua leva todo o peso e o jugo (Mt. 11:29-30).

Quinto, a observância do sétimo dia para descansar (no sentido natural) o corpo e a alma (mente, alívio das tensões emocionais etc.), além de nos colocar, espontânea e alegremente, à disposição do Senhor para orar, adorar, alimentando nosso espírito com sua Palavra, impulsiona-nos a trabalhar na Sua obra, o que é bíblico e recomendável a todos, judeus e gentios crentes.

Sexto, o fato de Yeshua ter ressuscitado e os apóstolos terem se reunido no primeiro dia da semana para distribuir os dízimos, não anulou e nem anula o dia de Sábado; tão pouco anula o princípio do descanso contido no dia de Sábado. D-us não mandou guardar qualquer dia da semana, como muitos querem e gostam de argumentar, mas Ele ordenou que fosse o sétimo. E sétimo é sétimo, não o primeiro, o segundo etc. “Por seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas, o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu D-us” (Ex. 20:9-10). D-us define o sétimo dia como Sábado. Sétimo, a observância do Sábado é citada mais de 20 vezes no Antigo Testamento, e mais de 25 vezes no Novo Testamento. Yeshua e seus discípulos observavam o Sábado e passavam grande parte deste dia reunidos nas sinagogas, estudando a Palavra. Pois a observância do Sábado era, sobretudo, para o estudo das Escrituras.

Vide, por exemplo, algumas passagens como Lucas 4:16 (Yeshua tinha o costume de ensinar e estudar as Escrituras no Sábado). Yeshua ensinou, também, o verdadeiro e correto modo de guardar o Sábado, que é dedicando-se ao Senhor; trabalhando, sim, na obra de D-us (Lc. 6:6-11, Lc. 23:56 e Mt. 12:8). Estes últimos textos também falam que Yeshua é o Senhor do Sábado. Mt 2:27-28 diz que o Sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado etc. A Igreja primitiva observava o Sábado, como mostrado no livro de Atos: judeus e gregos “...entrando-se na sinagoga no dia de sábado... rogavam que estas palavras fossem repetidas no dia de sábado seguinte... No sábado seguinte, reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de D-us...Ora Paulo, segundo o seu costume, foi ter com eles e, por três sábados, discutiu com eles as Escrituras...E ele discutia todos os sábados na sinagoga, e persuadia a judeus e gregos...” (At. 13:14, 42, 44; 16:13; 17:2; 18:5, e outras passagens).

Não temos, aqui, o propósito de fazer um estudo profundo sobre o mandamento do Sábado, senão afirmar que se trata de um dia de Festa (Lv. 23:3). Entretanto, vejamos mais alguns versículos bíblicos, agora no Antigo Testamento, para entendermos melhor sua observância. O Shabat é muito mais que um descanso para o corpo e para a alma (mente, emoções etc.), além de ser um dia, por excelência, para receber alimento do Espírito de D-us.

O Shabat de D-us é um sinal (Ex. 31:13-18): “Certamente, guardareis os meus Sábados, porquanto isto é um SINAL entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica...”. Vejamos, o Sábado é um sinal para que se lembre da aliança que D-us havia celebrado com o homem, aqui representado pelos filhos de Israel, os judeus. Porém, em Yeshua, o muro de separação entre judeus e gentios foi quebrado, para que todos que nEle crêem possam gozar de todas as bençãos e promessas (Ef. 2:14; Gl. 3:29). O Sábado também nos lembra o milênio que há de vir, quando Yeshua reinará com sua Igreja. Sábado é dia de alegria, é dia de rejubilar-se, reconhecendo a soberania do D-us criador dos céus e da terra. Yeshua é o Senhor do Sábado, e Ele é o Rei dos Reis. Por isso, não se jejua no dia de Sábado, pois é dia de regozijo e de privilégio, por crermos num D-us único, Criador de todas as coisas. É claro, também, que não precisamos de um dia para reconhecer todas estas coisas, mas a guarda do Sábado é uma forma de homenagear o Criador e sua criação, sem legalismo algum. Se estamos em Cristo, fazemos isto por revelação, e não por jugo ou por peso da lei. Podemos comparar o Sábado com o memorial da Ceia do Senhor. Ambas as celebrações são memoriais. Uma nos lembra da morte, da ressurreição e da aliança que temos pelo sangue do Cordeiro, o Messias Yeshua; a outra, faz-nos lembrar do Criador, da criação e, profeticamente, daquilo que virá: o descanso, a vida eterna que está reservada para aqueles que crêem.

O argumento muito usado de dizer que lei é para judeu, e que crente ou evangélico não tem nada a haver com ela, demonstra uma grande ignorância, comodismo espiritual, ou até mesmo um casuísmo, ao separar aquilo que é de interesse pessoal daquilo que não é. Por exemplo, a lei de observar o dízimo é do Antigo Testamento, e nem por isso ela deixou de ser guardada pelos crentes. Isso porque ela é uma benção para quem a obedece e observa. Por que ela, então, sendo lei, não vale só para os judeus? A lei da prosperidade, tão pregada nas igrejas, não seria outro bom exemplo de bençãos existentes no Antigo Testamento? Por que, então, ignorar as outras leis do Antigo Testamento? Por que há tanto desconhecimento das 613 leis de Moisés? Não foram elas, também, criadas por D-us? Será que todos entendem bem o que diz o Novo Testamento sobre a Lei?

O verdadeiro cristão deve ser coerente com aquilo que prega. Não se deve desmerecer os princípios do Senhor na forma dos mandamentos ou ordenanças, só porque estão contidos no Antigo Testamento, e, por outro lado, ressaltar só aquilo que interessa ou que não nos incomoda. Por que, então, os cristãos têm que guardar o domingo, que é uma instituição papal? E será que, realmente os cristãos têm guardado o domingo, reservando este dia exclusivamente para D-us, não trabalhando e cumprindo aquilo que manda as Escrituras? Yeshua é o cumprimento de toda a lei. Se estamos nEle, podemos, alegremente, sem peso e sem imposição, cumprir com Ele, também, todos os aspectos qualitativos da Lei.

A maldição está no não cumprimento da lei, não na própria lei, que é santa e boa. Lembremo-nos de que alguns ramos da oliveira (judeus) foram cortados para que os gentios fossem enxertados, tornando-se participantes da raiz e da seiva desta oliveira (Rm. 11:17). Paulo, inspirado pelo Espírito de D-us, disse: “Judeu não é aquele que foi circuncidado na carne, exteriormente. Judeu é aquele que o é interiormente, e a circuncisão a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de D-us” (Rm. 2:28-29). Se estamos em Cristo, somos livres e devemos fazer tudo por fé (Hb. 11:6) e por amor, na revelação da Palavra, nunca por imposição ou por puro e cego legalismo.

 

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